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Consultório Hospital Sírio-Libanês
Núcleo de Medicina Avançada

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Sobre PAF

Ofereça aos seus pacientes uma forma ética, prática e eficiente para Tratamento do Tabagismo


Vantagens PAF

1-   História clínica direcionada ao tabagismo.

2-   Duas escalas para avaliação real da dependência a nicotina (consumo e comportamento) - permitindo graduar a em leve, moderada e intensa, e elaborar melhor estratégia terapêutica.

3-   Escala de conforto paf - esta escala avalia como esta o conforto do paciente com tratamento prescrito e permite ao profissional rever sua estrátegia , possibilitando otimização da taxa de sucesso, com uso adequado dos medicamentes antitabaco disponíveis e outras técnicas.

4-   Acompanhamento em tempo real dos pacientes tratados.

5-   Sistema ético, pois permite que o profissional adote conduta e observe o resultado.

6-   Acesso via web, restrito e seguro


Desenvolvido por cardiologista brasileira, o PAF (Programa de Assistência ao Fumante) possibilita tratamentos individualizados e eficazes

Matéria na Integra

Se você quer saber mais sobre o PAF entre em CONTATO

Quer parar de fumar? Esse software é um ótimo aliado

Desenvolvido por cardiologista brasileira, o PAF (Programa de Assistência ao Fumante) possibilita tratamentos individualizados e eficazes


Matéria na Integra

Fumante há quase 30 anos, Adriano consome uma média de 25 cigarros por dia! Ele até já tentou largar o vício uma vez... mas a abstinência durou apenas três meses...

E são muitas as histórias como a de Adriano. Só no Brasil existem cerca de 25 milhões de fumantes! Segundo o IBGE, mais da metade dessas pessoas planeja deixar o cigarro. A Organização Mundial da Saúde diz que o tabagismo é a primeira causa "evitável" de morte.

Agora uma boa notícia. Essa guerra contra o tabagismo acaba de ganhar uma nova ferramenta. Um software, desenvolvido por uma cardiologista brasileira, promete ser um bom aliado para quem quer escapar do cigarro. A idéia do PAF – Programa de Assistência ao Fumante – é possibilitar tratamentos mais individualizados e, por isso mesmo, mais eficazes para cada fumante.

Jaqueline Scholz Issa, cardiologista e desenvolvedora do software, diz que ela pode ser uma ferramenta para que os médicos atendam os tabagistas de uma forma bem estruturada e que o paciente possa ser bem assistido na medida em que o médico tem informações preciosas que vão ajudá-lo na dinâmica com aquele paciente em especial.

O tabagismo como dependência química é uma doença relativamente nova; só de uns vinte anos para cá, ele passou a ser entendido assim. A doutora Jaqueline tem 18 anos de experiência no assunto: já tratou mais de 5 mil pacientes e continua atendendo entre 30 e 40 fumantes por semana em seu consultório.

"O conceito é novo. Usar a ferramenta para o médico é um instrumental importante, porque muitos médicos não aprenderam a tratar o tabagismo. Por ser uma doença nova, ele não aprendeu a abordar o fumante. Então a ferramenta ajuda até como um instrumento para uma abordagem adequada para ele que, muitas vezes, não tem uma experiencia como a nossa, de tratar fumantes todos os dias", completa Jaqueline.

Mais do que ensinar, o programa também ajuda o profissional no acompanhamento do tratamento, gerando gráficos e relatórios que indicam a evolução do paciente. O PAF disponibiliza ainda duas novas escalas desenvolvidas pela cardiologista: uma para medir o grau de dependência da nicotina e outra para avaliar o desconforto causado pela ausência do cigarro. Para ela, parar de fumar não pode ser algo assim "tão doloroso".

"Em tempos de restrição, de lei antifumo, dessa restrição social que tem o tabaco, apareceu um novo tipo de fumante. É o fumante que fuma poucos cigarros mas nem por isso tem uma dependência menor", declarou a cardiologista.

Esse novo tipo de fumante surge em capitais como São Paulo e Nova York, por exemplo, onde a restrição ao cigarro em locais públicos e fechados é cada vez maior. De olho nesses novos fumantes, o PAF, em vez de se basear no número de cigarros consumidos por dia, leva em conta o tipo de "recompensa" que o tabagista busca no vício. Quem fuma, geralmente associa o consumo de cigarro a prazer, melhora do humor e aumento da concentração.

Jaqueline também diz que todo médico que usar essa ferramenta terá uma noção plena de quantos pacientes ele está tratando e qual está sendo a taxa de sucesso. Com isso, ele vai apurando a sua técnica, sua metodologia e sua forma de abordar, para que tenha resultados bem satisfatórios para o paciente.

O tratamento de Adriano já está sendo feito com a ajuda do novo software. E ele está confiante na cura. Ele, agora, está assumindo a ideia de melhorar sua qualidade de vida e sua condição física.

Se você também quer parar de fumar ou até ajudar algum conhecido a largar esse vício, acesse o link acima. Na nossa página você vai descobrir uma maneira de utilizar o envio de SMS para ajudar na luta contra o tabagismo. Tem também o cigarro eletrônico: outra arma tecnológica para quem quer largar o vício. Acesse e confira!

Parar de Fumar

PARAR DE FUMAR

Olá, sou Dra Jaqueline Scholz.- CRM 60.179 SP. Diretora do Programa de Tratamento do Tabagismo do INCOR (Hospital das Clínicas da USP), criadora do Programa de Assistência ao Fumante PAF, autora de livros e artigos sobre tabagismo. Acesse Curriculo lattes

Depois de tratar mais de 7000 fumantes ao longo de 23 anos, gostaria de dizer aos  fumantes, que para conseguir parar de fumar sem sofrer, basta tomar a decisão de procurar por tratamento médico adequado. Não precisa de força de vontade, precisa de boa vontade.

DEIXAR DE FUMAR  - TRATAMENTO DO TABAGISMO

Tabagismo antes de qualquer coisa é uma doença. Não é doença do comportamento, ou hábito de vida. É doença do cérebro, com mais de 5 circuitos cerebrais envolvidos. Mudança comportamental não pode ser o único alicerce da interrupção. Estas tentativas frustram a maioria dos fumantes, e é um fator que atrasa a interrupção precoce do tabagismo. O fumante fica com a falsa idéia que o problema é só dele, e que ele tem que resolver sozinho. Quando do tiver a tal força de vontade, que às vezes nunca aparece, ou quando aparece, já se foram 30, 40 ou 50 anos de cigarro, e,  se perde um tempo precioso para prevenção de doenças provocadas pelo cigarro, charuto, cigarrilha, cachimbo.

Ninguém manda um diabético se tratar sozinho , ou mesmo um hipertenso. A idéia é que o fumante seja avaliado pelo médico e este elabore a estratégia terapêutica, que pode envolver muito mais que abordagem comportamental, que é  somente a ponta do iceberg.

O acompanhamento médico (4 a 5 consultas) e o uso de medicação para  tratamento tabagismo aumentam  em 3 a 5 vezes chance de parar de fumar (evidência A), e reduz chance de recaída precoce  e ganho de peso.


A tratamento atual do tabagismo prevê o uso da terapia escalonada que  é a introdução gradual dos medicamentos, como se faz para tratar quem tem pressão alta, com a diferença que o paciente toma medicação por um período de 3 a 4 meses e depois são suspensos os remédios antitabaco. Nas duas doenças os pacientes são classificados em leve, moderado e grave. Na medida em que a doença é mais grave, mais medicação é necessária. Doença mais leve, às vezes, só a mudança no estilo de vida já  resolve.

Venha se tratar com a equipe PAF - PROGRAMA DE ASSISTÊNCIA AO FUMANTE Agende sua consulta.

Dra Jaqueline Scholz